A realidade não é o que parece, é a que interessa
Escolhemos “produtos empacotados de realidade†de uma prateleira de um supermercado teórico filosófico, que ficam por aà disponÃveis. Entre a minha e a sua, criamos pontes sociais.
Como humanos, vemos o mundo sempre fora de foco; os óculos que inventamos melhoram a qualidade da imagem, mas sempre existirão detalhes que escaparão ao nosso olhar. O mundo é o que vemos dele.
Na sequência da discussão sobre realidade, podemos dizer que, além de inventada, a partir dos limites concretos, histórica, negociada, a percepção da realidade tem forte dose de interesse.
Ou seja, somos aquilo que nos interessa ser, a partir de uma relação de muita coisa com muita coisa.
Nosso perfil, cultura, temperamento, história, amigos, parentes, paÃs versus condições de sobreviver e existir dentro de alguns parâmetros.
Assim, escolhemos “produtos empacotados de realidade†de uma prateleira de um supermercado teórico/filosófico, que ficam por aà disponÃveis.
Tem essa, aquela, aquela outra, em cada um dos corredores do hipermercado cultural: religião, polÃtica, relações, casamento, tribo, etc… E cada um vai enchendo o seu carrinho.
A partir de critérios individuais/coletivos. Entretanto, sempre vamos escolher a realidade que nos favorece. Uns, mais conscientes vão fazer essa escolha de forma mais clara.
Os mais insanos vão engolir o anzol, chumbada, linha, vara e até o pescador e vão defender um mundo inventado por outro, que ele acha que foi ele que começou.
Obviamente, de alguma forma, aquela defesa interessa a alguém de alguma maneira.
A nossa visão da realidade não é neutra.
Podemos ter mais ou menos consciência de nossos desejos e como eles influenciam nosso ponto de vista, mas sempre será um processo e nunca uma chegada. Tudo anda.
Temos que olhar o caminho e nós neste caminho. A diferença, portanto, é o quanto estamos mais ou menos conscientes de nossas escolhas e o quanto conseguimos nos distanciar do nosso ponto de vista, sabendo que ele é temporário e sujeito a vários fatores. Inclusive, nosso interesse na defesa daquela dada realidade, ou verdade.
De qualquer forma, vamos tentando nos convencer, nos abrigar, nos defender dessa realidade que nos interessa nos nossos nichos. Os muros que criamos e quanto fundo colocamos essa semente em nossas mentes, mais nos define como dogmáticos, ou menos.
AÃ, entra ainda o ego, nosso piloto automático, nossa caixa invisÃvel, que nos coloca mais ainda dentro de uma realidade fechada. Ou seja, a realidade é uma lata em um supermercado.
Compramos aquela que mais nos agrada.
A tua é a tua. A minha é a minha. Entre a minha e a sua, criamos pontes sociais, para fingir que é tudo a mesma coisa, é a tal conexão sem comunicação.
Mas quando começamos a nos falar que vemos, o quanto o mundo é um verdadeiro estado psicodélico silencioso, em que cada um vive em sua caverna da Alice.
Assim, loucura mesmo não é achar que as pessoas nunca estão te entendendo, mas achar que estão.
A saÃda é a verdadeira comunicação. A ponte entre as diferentes realidades.
E a capacidade humana de superar a “coisificação†que nos meteram (e nós aceitamos) pelo afeto, pelo reconhecimento do que é humano em cada um e no outro.
E a comunicação é justamente isso, quando superamos as barreiras e conseguimos colocar afeto nas pontes! Ou seja, não precisamos apenas nos conectar e continuar cada um em seu mundo virtual, digital e off-line fechado. Mas nos comunicarmos para trocarmos nossos mundos, nos tirando de nossos interesses diretos e partindo para algo maior.
Uma realidade menos individual e mais coletiva. Na qual, os pilotos são desligados e o ser humano volta ao comando da aeronave.
Talvez reduzir, o quanto pudermos, essa enorme torre de Babel virtual silenciosa 2.0, seja o que nos resta para vivermos melhor, aproximando nossas visões, e vendo que não somos tão malucos como pensamos ou querem nos fazer crer. Que dizes?
Por Carlos Nepomuceno
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Renovação
As coisas estão bem. Tudo mudou desde as últimas vezes que estive por aqui. minha atual esposa (sim casei, a despeito de todo meu descrédito no casamento) é um anjo de luz que transformou a minha vida e me devolveu a vontade de viver. Me formei no Curso de Formação de Oficiais Especialistas de Aeronáutica (nome grande não?) e estou servindo em Belo Horizonte, no Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica. Gosto de Belo Horizonte. Já havia morado aqui por 8 anos. Não vou entrar em detalhes sobre os últimos 2 anos. Apenas deixar registrado que foram 2 anos de mudança e renovação, que mudaram minha vida toda, por completo. Os dias negros de tristeza e problemas se foram. Os problemas resolvidos, a tristeza se foi. Objetivos novos se moldaram à minha frente e isso me devolveu a vontade de viver. O amor sincero existe e modifica nossas vidas.
Semana passada meu celular HTC Diamond perdeu o touchscreen (não respondia mais). Como sem celular eu não fico, no dia seguinte já comprei outro. Comprei um Nokia E71. Já havia lido sobre ele muitas vezes na internet, muitos elogios e reviews. E vou te contar: Ele faz jus a cada um dos elogios e reviews positivos. Estou completamente conectado ao mundo virtual com ele. Internet, Twitter, MSN, email… Até ligações telefônicas ele faz, rs. Através do wordmobi consigo escrever artigos para o blog pelo celular. Isso vai aumentar minha capacidade de escrever no blog. Espero aproveitar essas facilidades.
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Teste do E71
Pronto. Consegui. O que? Explico depois, rs.
Publicado pelo Wordmobi
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Livro: 3001 – A Odisséia Final
Trata-se de uma leitura obrigatória para aqueles que vêm acompanhando as aventuras de Dave Bowman, Frank Poole e do supercomputador Hal, consagradas em 2001: Uma odisséia no espaço, 2010: Uma odisséia no espaço II, e 2061: A odisséia III. O primeiro livro dessa série deu origem ao roteiro do consagrado filme de Stanley Kubrick.
Além de basear-se em dados da mais sólida e avançada pesquisa cientÃfica, esta última das odisséias mostra-se repleta de passagens onde sobressai a célebre força criativa do autor. O próprio Clarke teria comentado: “Nunca me diverti tanto escrevendo; as idéias estão transbordando”. Para a conclusão de suas pesquisas, Clarke dependia de informações astronômicas, mas seu acesso à s mesmas foi protelado pelo fracasso da operação do ônibus espacial Challenger, em 1986. Uma das etapas daquela missão seria o envio de uma cápsula a Júpiter, que transmitiria à Terra dados minuciosos da viagem só obtidos pela NASA alguns anos mais tarde, através de uma outra missão espacial.
Tudo começou há quatro milhões de anos, com um reluzente monolito negro – uma aparição inexplicável, que acionou a centelha da consciência humana, transformando os macacos em homens. Prosseguiu no alvorecer do século XXI, quando um monolito negro idêntico foi escavado na Lua – dando inÃcio à s aventuras de Dave Bowman, de seu assistente, Frank Poole, e do supercomputador HAL.
Apenas Dave Bowman sobreviveria para deparar com um terceiro monolito, muito mais volumoso, na lua Europa, de Júpiter – e para ser perenemente transformado na criança estelar.
Esse é o mundo de 2001: Uma odisséia no espaço. E agora, a odisséia entra em sua fase perigosa e derradeira. Em 3001, inacreditavelmente, a raça humana sobreviveu, temerosa do trio de monolitos que domina o sistema solar. Então, surge um lampejo único de esperança. O corpo de Frank Poole, que se acreditava morto havia mil anos, é recuperado dos gélidos confins da galáxia. Poole é devolvido à vida consciente e preparado para retomar a viagem abruptamente interrompida por HAL mil anos antes. Ele sabe que não poderá prosseguir sem Dave Bowman. Primeiro, no entanto, tem de desvendar a verdade aterradora daquilo em que Bowman — e HAL — se transformaram no interior do monolito.
Em 3001: A odisséia final, Arthur C. Clarke leva a maior e mais bem-sucedida série de ficção cientÃfica de todos os tempos a sua conclusão magnÃfica e imprevista. Ele dá um brilhante salto de mil anos para o futuro, a fim de revelar uma verdade que só agora podemos compreender. Obra-prima épica, a um só tempo estonteantemente imaginativa e alicerçada em dados cientÃficos, 3001 é uma história que somente Arthur C. Clarke saberia contar.
Leia um pequeno trecho do livro:
“Mal lhe passara essa idéia pela cabeça quando ele exclamou —
Deus do céu! — e, involuntariamente, recuou um passo da
janela. Então, recompondo-se, atreveu-se a olhar mais uma
vez.
Estava fitando o distante Mediterrâneo, lá embaixo, da fachada
de uma torre cilÃndrica cuja parede, com sua curvatura suave,
indicava um diâmetro de vários quilômetros. Mas isso não era
nada, comparado à sua extensão, pois ela afinava e ia
descendo até sumir nas brumas em algum ponto acima da
Ãfrica. Poole deduziu que devia prosseguir até a superfÃcie.
— A que altitude estamos? — indagou num sussurro.
— Dois mil quilômetros. Mas olhe para cima, agora. Dessa vez,
o choque não foi tão grande: ele já esperava
pelo que veria. A torre se perdia nas alturas, até se transformar
num fio reluzente a se destacar contra o negrume do espaço, e
ele não teve dúvida de que subia até alcançar a órbita geoestacionária,
36.000 quilômetros acima do equador. Essas
fantasias tinham sido muito conhecidas em sua época: ele
jamais sonhara que as veria na realidade… e que estaria vivendo
nela.
Apontou para o fio distante que subia do lado direito do
horizonte.
— Aquela deve ser outra.
— Sim, a Torre Asiática. Devemos ter exatamente a mesma
aparência para eles.
— Quantas são?
— Apenas quatro, igualmente distribuÃdas em torno do
equador. Ãfrica, Ãsia, América e PacÃfico. A última está quase
vazia, tem só umas centenas de nÃveis concluÃdos. Nada para
ver senão água…”
LIVRO: 3001 – A ODISSÉIA FINAL
AUTOR: ARTHUR CLARKE
301 Páginas
EDITORA: NOVA FRONTEIRA
ISBN: 8520908330
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Livro: O Silmarilion
O Livro “O Silmarillion”, é um romance ficcional que relata acontecimentos de uma época muito anterior ao final da Terceira Era, quando ocorreram os grandes eventos narrados em “O Senhor dos Anéis”. São lendas derivadas de um passado remoto, ligadas à s Silmarils, três gemas perfeitas criadas por Fëanor, o mais talentoso dos elfos.
O livro relata a criação do mundo pelo Deus supremo, Ilúvatar, e como se seguiram as eras até o inÃcio da trama “O Senhor dos anéis”. O inÃcio do livro é extremamente poético e abstrato, o que não deve desencorajar os sedentos por ação e fantasia: Elfos superpoderosos, exércitos de Balrogs, brigas entre deuses. O livro narra o surgimento de personagens conhecidos, como Sauron e Elrond, entre outros. Para quem realmente gostou de o Senhor dos Anéis, vai apreciar muito este livro que conta os acontecimentos anteriores a guerra do anel.
Eis um pequeno fragmento do livro:
“Contudo, tão extraordinário era o poder de sua rebelião, que, em eras esquecidas, combateu Manwë e todos os Valar, e durante longos anos em Arda manteve a maior parte dos territórios da Terra sob seu domÃnio.
Mas não estava sozinho. Pois, dos Maiar, muitos foram atraÃdos por seu esplendor em seus dias de majestade, permanecendo fiéis a ele em seu mergulho nas trevas. E outros ele corrompeu mais tarde, atraindo-os para si com mentiras e presentes traiçoeiros.
Horrendos entre esses espÃritos eram os valaraukar, os flagelos de fogo que na Terra-média eram chamados de balrogs, demônios do terror.
Entre seus servos que possuem nomes, o maior era aquele espÃrito que os eldar chamavam de Sauron, ou Gorthaur, o Cruel. No inÃcio, ele pertencia aos Maiar de Aulë e continuou poderoso na tradição daquele povo. Em todos os atos de Melkor, o Morgoth, em Arda, em seus imensos trabalhos e nas trapaças originadas por sua astúcia, Sauron teve participação; e era menos maligno do que seu senhor somente porque por muito tempo serviu a outro, e não a si mesmo. No entanto, nos anos posteriores, ele se elevou como uma sombra de Morgoth e como um espectro de seu rancor, e o acompanhou no mesmo caminho desastroso de descida ao Vazio.”
LIVRO: O SILMARILION
AUTOR: J. R. R. TOLKIEN
480 Páginas
EDITORA: WMF
ISBN: 9788578271268
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Reformulação
Reformulação do blog praticamente terminada. Mudamos o nome do blog (para combinar com o domÃnio), o design da logo e do head, o conteúdo da sidebar, incluindo o corte de conteúdo não mais conveniente, atualização da versão do wordpress para 2.9 e atualização dos plugins. Blog versão 2010 quase pronto, em novo servidor e de cara nova. 2010 merece. Nos últimos 2 anos muita coisa boa aconteceu e esta reformulação acompanha muito conteúdo novo, que espelham essas mudanças. Não perdem por esperar!
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As 30 mentiras mais contadas
1. ADVOGADO: – Esse processo é rápido.
2. AMBULANTE: – Qualquer coisa, volta aqui que a gente troca.
3. ANFITRIÃO: – Já vai? Ainda é cedo!
4. ANIVERSARIANTE: – Presente? Sua presença é mais importante.
5. BÊBADO: – Sei perfeitamente o que estou dizendo.
6. CASAL SEM FILHOS: – Visite-nos sempre; adoramos suas crianças.
7. CORRETOR DE IMÓVEIS: – Em 6 meses colocarão: água, luz e telefone.
8. DELEGADO: – Tomaremos providências.
9. DENTISTA: – Não vai doer nada.
10. DESILUDIDA: – Não quero mais saber de homem.
11. DEVEDOR: – Amanhã, sem falta!
12. ENCANADOR: – É muita pressão que vem da rua.
13. FILHA DE 17 ANOS: – Dormi na casa de uma colega.
14. FILHO DE 18 ANOS: – Antes das 11 estarei de volta.
15. GERENTE DE BANCO: – Temos as taxas mais baixas do mercado.
16. INIMIGO DO MORTO: – Era um bom sujeito.
17. JOGADOR DE FUTEBOL: – Vamos continuar trabalhando e forte.
18. LADRÃO: – Isso aqui foi um homem que me deu.
19. MECÂNICO: – É o carburador.
20. MUAMBEIRO: – Tem garantia de fábrica.
21. NAMORADA: – Pra dizer a verdade, nem beijar eu sei.
22. NAMORADO: – Você foi a única mulher que eu realmente amei.
23. NOIVO: – Casaremos o mais breve possível!
24. ORADOR: – Apenas duas palavras…
25. POBRE: – Se eu fosse milionário espalhava dinheiro pra todo mundo.
26. RECÉM-CASADO: – Até que a morte nos separe.
27. SAPATEIRO: – Depois alarga no pé.
28. SOGRA: – Em briga de marido e mulher não me meto.
29. VAGABUNDO: – Há 3 anos que procuro trabalho mas não encontro.
30. VICIADO: – Essa vai ser a última.
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Sobre decisões e respostas
Há momentos em nossas vidas em que nada que aprendemos parece ter valor. Nem os ensinamentos de nossos pais, nem as surras da vida, nem os conselhos dos amigos nos fazem sentir mais seguros nesses momentos. O certo e o errado parecem não mais existir. Tomar uma decisão parece uma tarefa hercúlea. Enfim… É nesses momentos que aquela frase que vemos tantas vezes na net faz sentido: “Quando achamos que sabemos todas as respostas, a vida vem e muda as perguntas.”
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O DomÃnio mundial do Google
A década de 70 foi do hardware. E da IBM. A década de 80 foi também do hardware. E da Apple. Já a década de 90 foi do software. E da Microsoft. Há algum tempo atrás, todo mundo apostava que os anos 2000 seriam da internet. Mas desde a virada do milênio que não se sabe mais nada, e ninguém quer arriscar.
Talvez, em termos de negócios, a web (e supostamente uma empresa dentro dela) nunca atinja mesmo o gigantismo de uma International Business Machines ou de um Bill Gates. Acontece que, apesar de todos os prognósticos (negativos), a internet vem se tornando onipresente na vida das pessoas. Espera–se que, com o tombo das telecons, finalmente se perceba que o problema não era com a “nova economia”, muito menos com a World Wide Web, mas sim se relacionava àquele momento no tempo: ruim para nove entre dez empreendimentos pioneiros.
Ainda que o dinheiro não lubrifique as engessadas relações no universo virtual, e não erga o novo monstro empresarial de tentáculos intercontinentais, há fenômenos muito interessantes em curso. Por exemplo, o Google.
O mecanismo de busca que arrola para si, modestamente, a autoridade de ditar o Zeitgeist (o “espírito do tempo”). O Google que, no início, era apenas uma ferramenta alternativa ao Yahoo! e ao Altavista, para encontrar uma determinada coisa na internet, e que, de repente, se converteu no oráculo dos internautas ao redor do globo. Abrigando mais de 3 bilhões de endereços e atendendo a mais de 55 bilhões de requisições anuais, o Google é praticamente a porta de entrada da maioria dos que se conectam à WWW.
O resultado das enquetes mais freqüentes em 2002 comprova: nos Estados Unidos, a CNN; no Reino Unido, a BBC; e na França, a FNAC. Ou seja, antes de digitar “cnn.com” (o óbvio ululante), os americanos digitam “google.com”, e só então procuram pela Cable News Network. Os franceses e os habitantes da Grã–Bretanha fazem igual, com suas respectivas instituições seculares, cujos endereços na Grande Rede deveriam saber de cor. Isso dá uma idéia da força do Google.
Não contentes, os fundadores inauguraram o Google News, que rastreia 4 mil sites no planeta, hierarquizando as notícias por ordem de importância e relevância. O que aconteceria se eles se tornassem a referência também nesse setor? A página de busca com design singelo e parco, que já assumiu as funções de dicionário e de gênio da lâmpada, ameaça seriamente tomar o lugar dos deuses de hoje.
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Frase do dia
"Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade"
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É só piadinha viu?
O Gênio e o Judeu.
Um judeu caminhava pelo deserto, quando encontrou uma garrafa de Coca-Cola.
Ao abrir a tampa – surpresa! – apareceu um gênio:
- Olá! Sou o gênio de um só desejo, às suas ordens.
- Então, eu quero a paz no Oriente Médio. Veja esse mapa: quero que esses países vivam em paz! O gênio olhou bem para o mapa e disse:
- Cai na real amigo. Esses países guerreiam há cinco mil anos! E para falar a verdade, sou bom, mas não o suficiente para isso. Peça outra coisa.
- Bom… eu nunca encontrei a mulher ideal. Você sabe… gostaria de uma mulher que tenha senso de humor, goste de sexo, cozinhar, limpar a casa, não seja ciumenta, fiel, que goste de futebol, que aprecie uma cervejinha, gostosa, bonita, jovem, carinhosa e não seja vidrada em cartões de crédito.
O gênio, suspirando fundo:
- Me deixa ver a porra desse mapa de novo!
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Frase do dia
“Trabalho em equipe é a possibilidade de colocar a culpa nos outros.”
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Divagando sobre a vida
Os sentimentos se dissipam como o ar. Algo forte hoje pode ser apenas uma brisa amanhã. Algo que dói hoje apenas causará cócegas amanhã. O que machuca e faz chorar, um dia, tenha certeza disso, vai te fazer rir. Sabe por quê? Porque, meu amor, tudo um dia passa nessa vida. A dor, a revolta, a raiva, o ódio, o amor, a paixão, o tesão, a saudade. E o que fica? Fica a sensação da vida vivida, a cicatriz de tudo que passou conosco. O que fica nada mais é que a nossa própria história de vida. Porque todos os momentos são necessários. Tudo que aconteceu não poderia ter sido evitado. Desejar voltar atrás e fazer de forma diferente é inútil. É mudar sua história de vida. É mudar você mesmo e sua própria essência. É mudar o imutável. Dêem o nome que quiser, mas eu acredito no imutável. Certas coisas, por mais insanas e desnecessárias que possam nos parecer, são fundamentais no transcorrer de nossas vidas. Sem meus erros e meus acertos eu seria outro e não eu. E eu gosto de mim, apesar dos pesares. Gosto da história de vida que estou tecendo. Fiz coisas que queria na hora que queria. Nada nem ninguém me impediu. Fui eu mesmo em todos os momentos da minha vida. E eu gostei do que vivi até agora…
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Felicidade 2
Felicidade é uma palavra única. Dizem que saudade também é, pois, em português, consegue, em uma única palavra, definir um sentimento. Façanha da nossa língua. porém acho que “felicidade” é exclusiva em sua existência. A gama de sentimentos e de emoções que se definem nessa única palavra, a sumarização que se consegue quando eu digo “estou feliz”, é única e não se consegue nem mesmo quando se está com “saudade”. Estar feliz envolve tantos sentimentos que seria complicado quando se tem pouco tempo. por exemplo, eu digo no telefone que “estou feliz por ter você”. Se não houvesse o termo felicidade a Telefônica iria ter lucros muito maiores dos namorados e amantes de plantão… Imagina você explicando pro amor da sua vida que o que ele ou ela te faz sentir, aumenta as batidas do seu coração, acelera sua respiração, tira seu fôlego, te dá a certeza de que você está vivo, ilumina mais o sol, te dá vontade de gritar e de calar ao mesmo tempo, provoca sensação de bem-estar e de relaxamento por saber que ela ou ele te ama e que cuida de você, etc, etc, etc ………. Acho que o criador da palavra felicidade cansou de pagar contas de telefone estrondosas…
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Erros da imprensa… deu no jornal!
Falha nossa
Jornalista erra e erra muito. Mas acerta muito também. Mas o que nos interessa no momento é registrar os erros que levam ao riso. Consegui algumas pérolas:
“A nova terapia traz esperanças a todos os que morrem de câncer a
cada ano.”
- Jornal do Brasil
“Apesar da meteorologia estar em greve, o tempo esfriou ontem intensamente.”
- O GLOBO
“Os sete artistas compõem um trio de talento.”
- EXTRA
“A vítima foi estrangulada a golpes de facão.”
- O DIA
“Os nossos leitores nos desculparão por esse erro indesculpável.”
- O GLOBO
“No corredor do hospital psiquiátrico os doentes corriam como loucos…”
- O DIA
“Ela contraiu a doença na época que ainda estava viva.”
-JORNAL DO BRASIL
“Parece que ela foi morta pelo seu assassino.”
-EXTRA
“Ferido no joelho, ele perdeu a cabeça.”
- O DIA
“O acidente foi no triste e célebre Retângulo das Bermudas.”
- EXTRA
“O tribunal, após breve deliberação, foi condenado a um mês de prisão.”
- O DIA.
“O velho reformado, antes de apertar o pescoço da mulher até a morte, se suicidou.”
- O DIA
“A polícia e a justiça são as duas mãos de um mesmo braço.”
- EXTRA
“Depois de algum tempo, a água corrente foi instalada no cemitério, para a satisfação dos habitantes.”
- JORNAL DO BRASIL
“Há muitos redatores que, para quem veio do nada, são muito fiéis às suas origens.”
- O GLOBO
“O aumento do desemprego foi de 0% em novembro.”
- O IMPARCIAL
“O presidente de honra é um jovem septuagenário de 81 anos.”
- JORNAL DA TARDE
“Quatro hectares de trigo foram queimados. A princípio, trata-se de um incêndio.”
- FOLHA DE SÃO PAULO
“Na chegada da polícia, o cadáver se encontrava rigorosamente imóvel.”
- O DIA
“O cadáver foi encontrado morto dentro do carro.”
- DIÁRIO POPULAR
“Prefeito de interior vai dormir bem, e acorda morto.”
- O IMPARCIAL
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